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Quando considerar “dor mista”?

 1. Onde exatamente você sente sua dor? Por favor, marque as áreas doloridas neste desenho de dor.

2. Quais palavras você usaria para descrever sua dor?

3. Há quanto tempo você sente sua dor?

4. Numa escala de 0 a 10, quão intensa é a sua dor em repouso e durante o movimento?

5. Você sente dor constantemente, mais em movimento ou mais em repouso?

6. A sua dor está relacionada a alguma causa identificável? Como começou e se desenvolveu?

7. O que você tem feito para tratar sua dor?

8. Sua dor lhe causou sofrimento psicológico?

9. Você sentiu algum outro sintoma ou alteração que o preocupou?

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resumo In

NEVER R1      3x* [Atenção ao ritmo] r2      2x R1      2x r2      2x R1      2x *R1 3x 1x Ø VOCAL        2x + VOCAL      ====================== HUNTING GROUND R1 r2 R3 r4 r3: E B E C-D-F#-E r4: A Em A C G | A Em A C B Há um riff depois do r2 que eu não sei ====================== I AM Intro    7x R1      3x r2      5x R1      3x r2      5x Intro mod 3x ===> (Em)  [andamento lento] R3      2x r4      2x R3      2x R1      3x Intro 4x + ===> FIM  [repete até o fim da música] I am the antichrist  ====================== APOSTASIA R1      2x r2      2x R1      2x r2      2x Chorus 4x ===> (Em) Solo      1x R1      2x r2    ...

Juiz dos Anjos e Promotor-Verme contra o cristianismo em seu crime contra a natura

Primeiro Quarteto Ju/iz na/tu/ral, Au/gus/to o/ lha /va Os cri/mes que a fé cris/tã co/me/ teu Co/mo os o/lhos de quem sen/te a na/va/ lha E a dor que a hu/ma/ni/da/de na pe/le so/ freu Segundo Quarteto No tri/bu/nal da vi/da, a car/ne a/po/dre/ ce O pro/mo/tor-ver/me da pu/tre/fa/ ção De/cla/ra a cul/pa ao so/ro que en/tor/ pe /ce Cei/fa/dor de vi/das, so/nhos e pa/i/ xão Primeiro Terceto Cris/ti/a/nis/mo, em sua hi/po/cri/ sia Fos/te o car/ras/co da bi/o/lo/ gia E a/go/ra pa/ga com a ex/tin/ ção Segundo Terceto O ju/iz dos An/jos, em seu ve/re/dic/to fi/ nal Con/de/nou-o ao e/ter/no fu/ne/ ral Na co/va a/bis/sal da de/si/lu/ são =========================== =========================== A Gênese Maldita I. O Sopro Divino e a Maldição Eterna Em áureas eras, quando o tempo ainda era novo, Um deus sem nome, feito de luz e de sombra, Moldou do barro informe o ser humano, probo, Soprando em suas narinas a vida que o assombra. Mas essa vida, nascida da argila fria, Era feita para servir, obed...